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14 de fevereiro de 2006

Relembrando Porto Alexandre I





RELEMBRANDO GENTE DE PORTO ALEXANDRE

por Alfredo Baeta Garcia

Parte I




Nota da Redacção
As anotações, referidas entre parêntesis rectos,
são da responsabilidade da Redacção e destinam-se,
apenas, a situar ou esclarecer certos aspectos da narrativa.




Esta relação de gentes de Porto Alexandre foi escrita de memória, mais de 40 anos depois do autor ter saído desta terra.

Não é um recenseamento da população de Porto Alexandre na década de 40. As pessoas aqui lembradas teriam, eventualmente, algumas particularidades que, então, as marcassem, para estarem presentes na minha memória. Dos restantes, que eram em maior número, ainda retenho a lembrança de muitos, mas sem a mesma nitidez e, por isso, não cabem nesta relação.

Em Porto Alexandre, na década de quarenta, existia um grupo de famílias bem demarcado social e economicamente cujos membros, em muitos casos, se tinham cruzado, o que, se por um lado podia dar origem a uma certa hegemonia, por outro contrariavam-na rivalidades que não podiam deixar de existir, pelo que a conjugação desses dois factores permitia um certo equilíbrio que tornava a sociedade alexandrense aberta a todos os estranhos, com um certo cunho de cosmopolitismo à sua medida.
A ordem do rol que se segue não tem qualquer significado especial.




FAMÍLIA SAMPAIO NUNES
Suponho que de origem madeirense e cujo primeiro representante local já havia falecido há anos. No meu tempo ainda era viva sua esposa, a D. Carlota, senhora bastante idosa que vivia com o filho, Sigismundo, meu vizinho pois eu era hóspede da pensão do Chico da Conceição, inquilino da família Sampaio.
O casal só teve filhos:
Albérico, industrial e comerciante, pessoa de fino trato e com aspecto de aristocrata inglês; era casado com a D. Ermelinda, filha dos Tendinha e pais da Gladice, Acrísio e Fernanda;
Edmundo, que foi administrador do concelho e pai do Cap. Arménio Sampaio Nunes que vim a conhecer no Quitexe vinte anos depois, a comandar a 89ª Companhia Independente de Caçadores Especiais, a primeira ali sediada em finais de 1961; Jaime, que foi almoxarife do palácio do Governador Geral, casado com uma filha do Manuel Carvalho, pais da Edite; o último, Sigismundo, casado com uma irmã do Emelino Abano, pais de quatro filhas, entre elas a Sigismunda, a Eunice e a Carlota. Foi meu senhorio, da última casa onde habitei em Porto Alexandre.

FAMÍLIA TENDINHA
Talvez a mais numerosa, da qual ainda conheci o velho Januário e a esposa. Era de Olhão e tinha sido carpinteiro de ribeira. Os filhos que conheci foram os seguintes: Ermelinda, já referida [ na família Sampaio Nunes ]; Januário, casado com uma Frota, era empregado do Sindicato; Avelino, carpinteiro de ribeira, profissão que trocou pela de industrial, de sociedade com o irmão Lourdino; Tomé, pequeno comerciante e pequeno industrial de quem também fui inquilino, de parceria com o Lucas Vicente e de que resultou o casamento deste com a Carminho, filha do nosso senhorio; Marceana, casada com o Prof. Martins que foi meu patrão na Conserveira; uma outra filha, casada com um filho do Correia de Freitas, proprietário d’ ”A Província de Angola”; o mais novo, Lourdino - que deve o nome ao facto de os pais esperarem uma menina, para a qual já tinham escolhido o nome de Lourdes e daí Lourdino – era despachante oficial de alfândega e casado com a D. Josefina, da família Sena, tendo o seu filho mais novo, também Lourdino, levado um tiro que lhe atingiu o fígado, quando prestava serviço militar no Quitexe, onde o encontrei durante a guerra 61/74.

FAMÍLIA SENA
Havia dois ramos provenientes de irmãos, de que apenas conheci o que era cego e pai da Josefina; do António, pai da Gisela; do Alexandrino e de uma Senhora que viveu em Moçambique e que regressou às origens com a família , em finais da década de quarenta.
Ao outro ramo pertenciam o Francisco, sócio da firma “Sena & Ribeiro”, e o Orlando. Eram de origem algarvia.

FAMÍLIA CARVALHO
Algarvia igualmente, com dois ramos provenientes de dois irmãos: o do Manuel e o do Francisco; deste, dois filhos, o Zequinha e o Francisco; do Manuel, o Manelinho, de quem fui inquilino, o Zeca, que era pai da Luísa e da Eugénia, o Eugénio, o Celestino, o Jaime, o Artur – Turra – que teve uma filha que foi Miss Portugal, e uma filha casada com o Jaime Sampaio Nunes.

FAMÍLIA MARTINS DA SILVA
De origem madeirense cuja cabeça, a D. Miquelina, não conheci sequer de vista pois não saía de casa como, aliás, todas as mulheres casadas. Os filhos foram todos empregados da Conserveira, excepto o mais novo, Flávio: Vitorino, carpinteiro de ribeira, casado com uma filha do Avelino Tendinha; Américo, que foi o melhor mestre de sacada do meu tempo; Ângelo, casado com uma filha do Chico Sena; Lúcio, que fui substituir como ajudante de guarda-livros do Serafim Frota, na Conserveira; e uma mulher casada com o António Pires que foi chefe de redacção d’ “A Província de Angola”.

FAMÍLIA SACRAMENTO
De origem algarvia de que mal me lembro: do velho, do qual houve um filho único, o Alfeu, que veio a Lisboa e, de regresso, apareceu de polainitos e com a Cármen Cartier. Uma irmã desta casou com o Francisco Carvalho, sobrinho.

FAMÍLIA PACHECO
No meu tempo era viva apenas a mãe, irmã da D. Miquelina, que também não conheci pela mesma razão da irmã [ vide família Martins da Silva ]. Eram seus filhos: o José, que foi gerente do Banco de Angola; o Justino, que foi empregado de escritório do Albérico Sampaio e ultimamente tinha um Jeep de aluguer para caçadas; o Taruca; e uma rapariga que ficou solteira e que também não conheci, pelas mesmas razões da mãe e da tia. A sua origem era, igualmente, madeirense.

FAMÍLIA SANCADAS
Vivia no Bairro Poveiro e era a que restava da colonização poveira do tempo do Gen. Norton de Matos. Tinha filhos de que pouco ou nada recordo [ recordamos, não obstante, a existência das famílias Trocado e Marques, também dessa colonização ].

FAMÍLIA ARROBAS DA SILVA
O velho Adriano, que aqui terminou a sua carreira administrativa como secretário, era casado com a D. Luísa, em casa de quem fui comensal. Ela era uma santa mulher, por aquilo que lhe aturou e tiveram os seguintes filhos: Fernanda, casada com o Prof. João Cardoso; Emília, casada com o Mário Carneiro; Fernando, que foi funcionário da Alfândega; e João, que veio a ser funcionário administrativo, como o pai, e casou com uma filha do António Alípio. Era de origem cabo-verdiana.

FAMÍLIA BODIÃO
Algarvios, divididos em dois ramos, de quem não lembro os nomes. Um deles tinha dois filhos que foram empregados da Conserveira e uma filha.

FAMÍLIA VIEGAS
No meu tempo só era viva a mãe, que não conheci pelo mesmo motivo das outras. Este facto não deixa de ser estranho, pela razão de eu ter ali vivido, ininterruptamente, onze anos e ter conhecido, efectivamente, toda a gente. Havia os seguintes irmãos: Aureliano (Lianinho), empregado de balcão da Conserveira; o Lila, empregado do Sindicato da Pesca; e o Rui que era o mais velho.

FAMÍLIA ANTÓNIO ALÍPIO ou PANTALEÃO PISOEIRO
Nunca soube qual destes dois nomes era o legítimo; nazareno e mandador da armação da “SOS”. A mulher, Noémia, era da família conhecida pela alcunha de Chimpenso, apenas constituída por mais dois irmãos. Tinham quatro filhas e um filho: uma casada com o João Arrobas; outra, Antonieta, a rapariga mais bonita desse tempo, casou com um primo de Moça-medes , filho do Chico da Conceição, e morreu do primeiro parto.

FAMÍLIA JOAQUIM ROMÃO
Algarvio da Fuzeta. Tinha um filho e duas filhas e era sócio principal da “Parceria de Pesca”. Um cunhado seu, o Manuel Reis, foi seu sócio na fundação da “Lusitana”. Tinha um meio-irmão, o José Rolão, seu empregado que fundou, com o Baldomero Trocado, ao tempo também empregado da “Parceria”, o primeiro cinema permanente instalado na vila e depois foi para Moçamedes inaugurar ali a primeira pastelaria, a “Rollan”, de sociedade com o Zé Lã tendo, antes, começado com uma fábrica de amêndoas, talvez a primeira de Angola.

FAMÍLIA DO Ó FAUSTINO
Era uma família numerosa e antiga que, em parte, se dispersou. Nesse tempo o seu membro mais representativo era o Constantino, sócio minoritário da firma “Antunes da Cunha” e cunhado do sócio principal, que era o velho Albino da Cunha. A sua secção comercial era a mais importante nesses primeiros tempos. O Albino tinha um filho, o Joaquim Albino, que jogou futebol na Académica. Um seu sobrinho, o John, foi o meu maior amigo dessa época, teve um desastre de avioneta em Moçamedes e ficou parcialmente paraplégico, morrendo poucos anos depois, em Lisboa.

FAMÍLIA BARRETO
Também das mais antigas e que, inicialmente, esteve instalada na parte terminal do Curoca, chamada Pinda, numa minúscula fazenda já abandonada em 1943, cujos vestígios eram, apenas, duas ou três palmeiras e deu o nome à rampa que sobe do Curoca ao planalto de Sto. António, chamada “Subida do Barreto”. Só lhe conheci um filho, chamado Alberto.

FAMÍLIA CRUZ
Suponho ser descendente de uma lendária Maria da Cruz Rolão, patrona da escola primária da vila, por ter intimado, na qualidade de Regedora, uma canhoneira inglesa a levantar ferro, o que esta, surpreendentemente, fez, apesar de não existir qualquer força visível que a isso pudesse obrigá-la. Eram seus descendentes, tanto quanto presumo, Carolina da Cruz, mãe e filha. Não sei se o Júlio da Cruz era, ou não, da família.

FAMÍLIA PELEIRA
O pai, Vergílio Peleira, morreu no ano da minha chegada. Tinha um irmão, Veridiano Peleira, que não sei qual era a sua actividade, só que andava sempre encasacado de caqui e gravata e com uma pequena vergasta na mão. Era pessoa de poucas falas, presumo que por timidez. A viúva do Vergílio ficou a gerir um pequeno estabelecimento e uma ou duas canoas de pesca à linha e com isso, equilibradamente, conseguiu acabar de criar os três filhos, dos quais o Tica, que era o mais velho [1], casou com uma filha do Tomé Tendinha.

FAMÍLIA GASPAR
Ele era natural da Figueira da Foz e também faleceu no ano da minha chegada. A viúva era irmã da mulher do Peleira. Tinham vários filhos e uma filha, Ermelinda, que esteve para casar com o José António Neves Graça, mas que o Prof. Martins, quixotescamente, fez abortar sem ter nada a ver com o assunto.

FAMÍLIA NEVES GRAÇA
O pai Neves já se tinha retirado antes de eu chegar, o que era um caso muito raro: quem vinha era para ficar. Tinha dois filhos: o Joaquim, em Moçamedes, na firma “Amadeu Gonçalves & Neves” que era, maioritariamente, do pai; e o José António que, ao tempo, geria a “Sul Angolana”, também da família. O José António tinha o privilégio, único na terra, de ser servido por uma criada branca, já de certa idade, a Senhora Carlota que tinha sido sua ama em casa dos pais, nas imediações do Porto. Tinha um primo, o Mário Carneiro, que foi empregado da “Sul Angolana” e depois se estabeleceu com uma pequena pescaria, ao mesmo tempo que fazia fretes com uma camioneta. Casou com a Emília, filha do Arrobas da Silva.

FAMÍLIA PROF. MANUEL DA PIEDADE MARTINS
Como já disse, ele era casado com a D. Marceana, filha do velho Januário Tendinha. O casal tinha quatro filhos: o Armando, que faleceu pouco depois de chegar em 1975; o Carlos e duas filhas: a Balela e a Gracinha, ambas bastante mais novas que os dois irmãos. O Prof. Martins pediu a reintegração como funcionário, muito mais tarde, e a última vez que o vi foi em Luanda.
(continua)


[1] O filho mais velho de Vergílio Peleira e Irene Alves, é Mário Alves Peleira; vd. comentário de Nair a este artigo, 11:23 PM, Fevereiro 18, 2006

última revisão: 4.05.2006

13 comentários:

Nair disse...

Só uma pequena correcção em relação à família Peleira: dos filhos de Virgílio e Irene Alves Peleira o mais é o meu pai, Mário, e não o Tica como, erradamente, muita gente pensa, talvez porque o meu pai sempre pareceu ter menos idade. De qualquer modo, sensibiliza-me à referência à família Peleira e, em especial, à minha Avó Irene que, como bem disse o Sr. Alfredo Baeta Garcia, soube acabar de criar os filhos, mesmo em condições difíceis. Foi uma mulher de trabalho e coragem

aileda disse...

Felicito o autor pela lembrança de trazer aKi... famílias de porto Alexandre com quem conviveu durante onze anos.
No entanto, penso q não seremos da mesma geração, pois há nas suas referências algumas incorrecções (nomes, idades e até factos, como mulheres a quem ninguém viu a cara: - conheci a D.Miquelina,a mãe Viegas e tantas outras senhoras que podiam ser minhas avós....)
A propósito, recordo, quando á tardinha a D. Miquelina, à porta de sua casa(onde vivi com meus pais e mana - talvez entre 1957/58/59), nos contava "estórias" da sua meninice, do tempo de Maria da Cruz Rolão, e muitas vezes nos acompanhava o "preto velho" (como chamàvamos a seu um contemporâneo), confirmando os seus relatos.
De qualquer modo...foi um miminho o que nos fez recordar.
Bem haja!

aileda

Ana Clara disse...

Felicito pelo seu Blog. Tenho aprendido muito!
Em relação à família Tendinha:
O Januário António Mendes Tendinha era casado com Maria da Cruz Sousa Rolão e tiveram os filhos que disse, sendo a casada com o Correia de Freitas a Constatina.
O filho Januário, meu avô, era casado com Felicidade dos Santos Frota Tendinha, filha de Manuel Fernandes Frota e Carolina dos Santos Frota (9 filhos).
Os meus avós tiveram 7 filhos: Domicilia (cc Rogério Pompeu-5 filhos), Felicidade (cc Raul Trindade-1 filha), Mª Do Céu (cc Manuel Pimentel Teixeira-4 filhos),Januário (cc Lourdes Ilha-2 filhos), Fernando (cc Mª José Sousa, Zita-3filhos), Mário Romualdo (cc Mª Clotilde Monteiro Silva-3 filhos), José Helder (cc Mª Amélia de Sousa-2filhos).
Eu sou filha do Mário, que já é bisavô de 4 crianças do meu irmão mais velho, também Mário. A mais nova da familia nasceu há um mês e é a 6º geração nascida em Angola.
ps. a familia Frota é também muito grande, talvez maior e igualmente antiga.
Obrigada
Ana Clara Tendinha Rivera

Namibiano Ferreira disse...

Sobre os Barretos estao alguns em Ovar. Quando sai de la em 1999 a D Glicinia Barreto ainda era viva, o velho Barreto faleceu com mais de 100 anos, era a pessoa mais idosa do concelho de Ovar. Um dos filhos tem um armazem de brinquedos e artigos loja dos 300. Parabens a este blog alexandrense. Sou natural da cidade que cheirava a peixe e neto do Joao Craveiro que tinha uma oficina de automoveis junto ao hospital. Escrevo poesia com o nome Namibiabo Ferreira.

Anónimo disse...

...no "fim" está escrito (continua)
podem explicar onde está essa cont.
Nasci tb nesta terra especial,com 11 aninhos fui arrancado d'ali sem saber como.Hoje tenho 42 e continuo a amá-la como se fosse minha e eu dela...tenho s"o"dades.
Sou neto do Francisco Batista,tb um empreendedor algarvio,vencedor como Aqueles aqui relatados...
bom trabalho...nota 10 aos autores

Admário Costa Lindo disse...

Olá neto do Xico Batista,
um grande abraço.
Dos artigos com a indicação (continua), apenas o "Recordações e Retalhos" ainda não a teve... é que os autores são de facto muitos mas o escriba de serviço é apenas um. Mas em breve será publicada a continuação.
O artigo "Relembrando Gente de Porto Alexandre" já está publicado na totalidade. Foi dividido em V partes.
Como a página já está bastante longa, grande parte dos artigos não estão visíveis, podendo ser procurados no Arquivo. Porém, há uma solução mais directa: na coluna do lado direito existe um índice: basta ir clicando nos links das várias partes para se fazer uma melhor leitura.
Admário.

Paula Oliveira disse...

Olá! Chamo-me Paula e estou a aqui com a minha avó Elisa, de 90 anos, que está toda emocionada a ver, na net, histórias ligadas à sua vida em Porto Alexandre e Moçamedes. Foi casada com Agnelo Alves de Oliveira (funcionário dos correios de Moçamedes), um dos 11 filhos da Maria da Conceição Alves e do (2º marido) António Alves. Lembra-se muito bem de muitas destas famílias aqui retratadas, dos locais, e das situações! A avó Elisa e o Avó Agnelo, tiveram 4 filhos, a Suzete, o António Alberto, A Fátima e a mais nova, Teresa, que é a minha mãe.
Só posso dar os parabéns a quem teve a iniciativa de fazer este espaço!

Sérgio Nicolae disse...

Muito boa esta colectânea. Sou neto do Antoninho e da Zélinha, filha do Francisco Sena que falou. Ando à procura de dados para uma árvore genealógica que estou a fazer e encontrar este texto foi uma ajuda. Já agora Nair, houve um peleira que casou com Eugénia Sena e teve um filho chamado Ermelindo. Ermelindo Sena Peleira casou com a minha tia avó Maria da Conceição Sena ( eram primos irmãos ) e tiveram 5 filhos dos quais 3 ainda vivem. Não sei se estes nomes se enquadram nos que escreveu.
Bem hajam a todos

lurdes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
lurdes disse...

ola gostei de visitar este blog passei por aki pra ver se conseguia ver o novo nome de porto alexandre terra onde nasci chamo-me lurdes bernardino 44 anos filha de antonio bernardino filho gostaria de encontrar pessoas k e tivesem andado comigo na escola em porto alexandre o n de conctato 963278692

Paula disse...

Olá! Parabéns pelo Blog!
Pertenço à Familia Bodião - uma das que tem menos informação - mas que actualmente vive quase toda em Olhão, tendo através da internet descoberto também alguns familiares em Lisboa. Penso que os dois ramos de que fala sejam o meu bisavô - António Teodoro Bodião (já falecido) - e o seu irmão - Manuel Damião Bodião, filho de José Maria Bodião & Ana Besouro. Através de sites como o seu na internet já descobri entretanto muito membros deconhecidos e a árvore genealógica que começou pequena já vai muito adiantada. Conheço também pessoas da Familia SEna e de nome da Familia Tendinha, Carvalho e Sancadas. Se precisar de algumas informações adicionais, disponha - paulabodiao@hotmaiol.com.
Cumprimentos

Anónimo disse...

Paula "Turra", melhor dizendo, Ana Paula Evangelista de Carvalho, filha do lendário homem do deserto do Namibe, já falecido, "Turra" - Artur Paulo de Carvalho, não foi Miss Portugal. Foi, isso sim, Miss Jovem no Concurso de Miss Portugal e ganhou, no Japão, o concurso Miss Jovem Internacional, a mais bela Jovem do Mundo!

Rogerio Silva disse...

Já se passaram muitos anos, mas releio sempre com prazer.
Relativamente ao comentário em que se refere ao meu tio Martins, que casou com a minha tia Marceana (Tendinha) só uma pequenina correcção. A irmã mais nova da Graça (filhas do casal) não se chama Balela mas sim Manuela.
Falei ontem com ela. Vive na África do Sul e veio a Portugal.